Friday night chill out
domingo, outubro 12, 2008
segunda-feira, outubro 06, 2008
A Hora Má: O Veneno da Madrugada
A um povoado perdido na América do Sul chegou a hora má dos camponeses, a hora da desgraça.Certo amanhecer, enquanto o Padre Ángel se prepara para celebrar a missa, ouve-se um tiro na aldeia.
Um comerciante de gado, informado da infidelidade da mulher por um papel colado na porta da sua casa, acaba de matar o seu presumível amante.
É um dos pasquins anónimos cravados durante a madrugada nas portas das casas, que não são panfletos políticos mas apenas denúncias sobre a vida privada dos cidadãos, e que nada revelam que não seja do conhecimento de todos há algum tempo.
São os velhos boatos que agora se tornam públicos: traições amorosas e políticas, assassinatos, segredos de família envolvendo filhos bastardos e romances escusos.
Todos se sentem atingidos e ameaçados, dos cidadãos mais eminentes aos mais humildes. Todos parecem ter algo a esconder e a revelar. Qualquer habitante pode ser o autor dos bilhetes ou a próxima vítima.
Starbucks abre primeira loja em Portugal
Num país habituado à bica, o grupo internacional Starbucks aposta na paixão dos portugueses pelo café, abrindo na semana passada a sua primeira loja em Alfragide, onde cada cliente tem 87 mil maneiras diferentes de beber o seu café.
Luís Mello, director de operações da Starbucks Portugal, disse à Agência Lusa que cada cliente da loja que hoje abre no Centro Comercial Alegro, em Alfragide, tem «87 mil formas diferentes de ver o seu café apresentado, com tamanhos, tipos, formas e misturas diferentes».
O sabor será garantidamente «diferente» daquele a que os portugueses estão habituados, uma vez que o café da Starbucks é «mistura 100 por cento arábica» quando a bica tem habitualmente mistura «robusta», originária da África ocidental.
«Não é melhor nem pior», referiu Luís Mello, frisando que nas lojas se vai «falar e dar a conhecer a variedade enorme de cafés» que se podem beber ou comprar, com «16 variedades» disponíveis para comprar e fazer em casa.
Para que o consumidor português não se sinta completamente «estrangeiro», a loja portuguesa vai incluir pastéis de nata, de feijão e marcas de leite e água com gás portuguesas. «À medida que formos crescendo, pretendemos procurar mais produtos portugueses para vender nas nossas lojas», adiantou Luís Mello.
Na loja Starbucks, procura-se criar «um relacionamento duradouro» com os clientes, dando a cada pessoa uma «experiência única», tanto em termos de sabor como em termos de ambiente.
«A ideia é que as pessoas possam estar calmamente a conversar, trabalhar, a estudar ou mesmo a fazer uma reunião, de acordo com a altura do dia e com a disposição», explicou Luís Mello.
Em relação aos benefícios laborais que a cadeia dá aos seus trabalhadores nos Estados Unidos - incluindo seguros de saúde e de vida - Luís Mello explicou que para Portugal apenas se transpôs «a mesma lógica» de assegurar que os empregados - «parceiros», no vernáculo da empresa - estejam satisfeitos.
«Qualquer gerente de loja assina um contrato sem termo e os empregados de balcão têm um primeiro contrato de seis meses, no fim do contrato pretendemos que todos passem a fazer parte da empresa», afirmou.
«Além disso, investimos muito na formação, todos os trabalhadores estiveram seis meses em Espanha», referiu. A Starbucks surgiu em Seattle em 1971 e foi pioneira na venda de café fresco em grão para consumo doméstico.
Depois de se consolidar no mercado americano, em 1996 a Starbucks abriu a primeira loja além-fronteiras, somando hoje mais de 16 500 estabelecimentos espalhados por 46 países.
in Diário Digital
Luís Mello, director de operações da Starbucks Portugal, disse à Agência Lusa que cada cliente da loja que hoje abre no Centro Comercial Alegro, em Alfragide, tem «87 mil formas diferentes de ver o seu café apresentado, com tamanhos, tipos, formas e misturas diferentes».
O sabor será garantidamente «diferente» daquele a que os portugueses estão habituados, uma vez que o café da Starbucks é «mistura 100 por cento arábica» quando a bica tem habitualmente mistura «robusta», originária da África ocidental.
«Não é melhor nem pior», referiu Luís Mello, frisando que nas lojas se vai «falar e dar a conhecer a variedade enorme de cafés» que se podem beber ou comprar, com «16 variedades» disponíveis para comprar e fazer em casa.
Para que o consumidor português não se sinta completamente «estrangeiro», a loja portuguesa vai incluir pastéis de nata, de feijão e marcas de leite e água com gás portuguesas. «À medida que formos crescendo, pretendemos procurar mais produtos portugueses para vender nas nossas lojas», adiantou Luís Mello.
Na loja Starbucks, procura-se criar «um relacionamento duradouro» com os clientes, dando a cada pessoa uma «experiência única», tanto em termos de sabor como em termos de ambiente.
«A ideia é que as pessoas possam estar calmamente a conversar, trabalhar, a estudar ou mesmo a fazer uma reunião, de acordo com a altura do dia e com a disposição», explicou Luís Mello.
Em relação aos benefícios laborais que a cadeia dá aos seus trabalhadores nos Estados Unidos - incluindo seguros de saúde e de vida - Luís Mello explicou que para Portugal apenas se transpôs «a mesma lógica» de assegurar que os empregados - «parceiros», no vernáculo da empresa - estejam satisfeitos.
«Qualquer gerente de loja assina um contrato sem termo e os empregados de balcão têm um primeiro contrato de seis meses, no fim do contrato pretendemos que todos passem a fazer parte da empresa», afirmou.
«Além disso, investimos muito na formação, todos os trabalhadores estiveram seis meses em Espanha», referiu. A Starbucks surgiu em Seattle em 1971 e foi pioneira na venda de café fresco em grão para consumo doméstico.
Depois de se consolidar no mercado americano, em 1996 a Starbucks abriu a primeira loja além-fronteiras, somando hoje mais de 16 500 estabelecimentos espalhados por 46 países.
in Diário Digital
sábado, outubro 04, 2008
Nos passos de Magalhães
Mensagem às massas
Blá, blá blá, boas vindas aos mais novos.
Blá blá blá, esforço, dedicação, devoção e carreira (?)
Blá blá, blá, desejo que se repita o sucesso, quiçá marco histórico "(...)atingido este ano(...)" com a magna provoção de um ex-mais novo.
Fim da mensagem
Blá, blá blá, boas vindas aos mais novos.
Blá blá blá, esforço, dedicação, devoção e carreira (?)
Blá blá, blá, desejo que se repita o sucesso, quiçá marco histórico "(...)atingido este ano(...)" com a magna provoção de um ex-mais novo.
Fim da mensagem
quinta-feira, outubro 02, 2008
Já abriu
A cadeia Starbucks abriu no passado dia 30 de Setembro a sua primeira loja em Portugal.Presente em todo o mundo com mais de 16 mil lojas, a Starbucks, nascida em 1971 em Seattle, escolheu para a estreia nacional o Centro Comercial Alegro, em Alfragide.
Promete "87 mil formas diferentes de ver o seu café apresentado, com tamanhos, tipos, formas e misturas diferentes".
Há ainda 16 variedades disponíveis para comprar e fazer em casa e à ementa internacional foram acrescentados itens nacionais: pastéis de nata e de feijão ou marcas de leite e água com gás portugueses.
Ainda este ano, deverão abrir mais duas lojas Starbucks, sendo uma delas em Belém (Lisboa), perto do Mosteiros dos Jerónimos.
sábado, setembro 27, 2008
terça-feira, setembro 23, 2008
segunda-feira, setembro 22, 2008
domingo, setembro 21, 2008
sábado, setembro 20, 2008
quinta-feira, setembro 18, 2008
Madonna em LEGO
A arte e a finança
Em 1494, o banco Medici faliu em Florença, deixando vários artistas e pintores a quem a família generosamente encomendava trabalhos em desespero. Acabara-se o mecenato.
O banco Medici falira, devido à depressão económica e à agressão francesa. Tudo mudou. Enquanto bancos vão à falência, enterrando um modelo de negócio, nunca a arte conheceu dias tão rentáveis. Um verdadeiro paradoxo.
Será que a subjectividade da arte venceu a subjectividade dos produtos financeiros derivados?
Terão os artistas derrotado aqueles que foram os seus mecenas?
É este o novo modelo de negócio propugnado pelo liberalismo económico?
O banco Medici falira, devido à depressão económica e à agressão francesa. Tudo mudou. Enquanto bancos vão à falência, enterrando um modelo de negócio, nunca a arte conheceu dias tão rentáveis. Um verdadeiro paradoxo.
Será que a subjectividade da arte venceu a subjectividade dos produtos financeiros derivados?
Terão os artistas derrotado aqueles que foram os seus mecenas?
É este o novo modelo de negócio propugnado pelo liberalismo económico?
segunda-feira, setembro 15, 2008
quarta-feira, setembro 10, 2008
Plágio
A produtora DreamWorks, de Steven Spielberg, Jeffrey Katzenberg e David Geffen, e os estúdios Universal, estão a ser acusados de plágio, por alegadamente haverem "roubado" o enredo de Janela Indiscreta, de Alfred Hitchcock (1954), e terem-no utilizado no filme Paranóia, realizado por D. J. Caruso em 2007.
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