domingo, outubro 29, 2006

Crank

Chev Chelios é um assassino profissional que quer abandonar o mundo do crime por causa da namorada. Mas um dia, ao acordar, descobre que foi envenenado e que morrerá se o seu ritmo cardíaco abrandar. Numa corrida contra o tempo, Chev vai ter de manter os seus níveis de adrenalina elevados, encontrar um antídoto e vingar-se do criminosos que o envenenaram e que estão também a perseguir a sua namorada.
Mau, muito mau!

Vogue

Strike a pose
Strike a pose
Vogue, vogue, vogue
Vogue, vogue, vogue

Look around everywhere you turn is heartache
It's everywhere that you go [look around]
You try everything you can to escape
The pain of life that you know [life that you know]

When all else fails and you long to be
Something better than you are today
I know a place where you can get away
It's called a dance floor, and here's what it's for, so

Chorus:

Come on, vogue
Let your body move to the music [move to the music]
Hey, hey, hey
Come on, vogue
Let your body go with the flow [go with the flow]
You know you can do it

All you need is your own imagination
So use it that's what it's for [that's what it's for]
Go inside, for your finest inspiration
Your dreams will open the door [open up the door]

It makes no difference if you're black or white
If you're a boy or a girl
If the music's pumping it will give you new life
You're a superstar, yes, that's what you are, you know it

(chorus, substituting "groove" for "move")

Beauty's where you find it
Not just where you bump and grind it
Soul is in the musical
That's where I feel so beautiful
Magical, life's a ball
So get up on the dance floor

(chorus)

Vogue, [Vogue]
Beauty's where you find it [move to the music]
Vogue, [Vogue]
Beauty's where you find it [go with the flow]

Greta Garbo, and Monroe
Dietrich and DiMaggio
Marlon Brando, Jimmy Dean
On the cover of a magazine

Grace Kelly; Harlow, Jean
Picture of a beauty queen
Gene Kelly, Fred Astaire
Ginger Rogers, dance on air

They had style, they had grace
Rita Hayworth gave good face
Lauren, Katherine, Lana too
Bette Davis, we love you

Ladies with an attitude
Fellows that were in the mood
Don't just stand there, let's get to it
Strike a pose, there's nothing to it

Vogue, vogue

Oooh, you've got to
Let your body move to the music
Oooh, you've got to just
Let your body go with the flow
Oooh, you've got to
Vogue

Quanto me amas?

No mundo da noite, a beleza profissional é Daniela, uma prostituta parisense que faz os homens perderem logo a respiração.
François é um cliente que acabou de ganhar um grande prémio e está interessado em levar Daniela consigo para casa.
A trama gira em torno do "preço" acordado entre ambos, mas apesar desta ter aceite a proposta de François para deixar o mundo da noite, Charly vai ser um osso duro de roer.
Uma hilarianate comédia sobre encontros e desencontros, que nos leva a pensar em quanto custa o amor verdadeiro....
Voltando à história de Andrea Sachs, a jovem assistente da Miranda Priestly - a reputada editora de moda da revista Runway e a mais poderosa mulher do mundo da moda - a versão visionada do romance não lhe fica nada atrás, sobretudo se contarmos com as brilhates interpretações de Streep e Hathaway, bem como da esplêndida banda sonora coligida. Afinal de contas, quem não gostaria de trabalhar para um diabo que veste Prada?

domingo, outubro 15, 2006

Do you remember?


The complete story of disco told by its greatest legends

domingo, outubro 08, 2006

A Dália Negra

A Dália Negra tece um conto ficcional de obsessão, amor, corrupção, cobiça e depravação à volta da história verídica do brutal assassínio de uma starlet de Hollywood que chocou e fascinou o país em 1947 e se mantém um mistério até aos nossos dias.

Contudo, neste filme é relatada uma outra história justaposta, a de dois polícias, antigos pugilistas, Lee Blanchard (Aaron Eckhart) e Bucky Bleichert (Josh Hartnett).

A construção destas personagens, o seu percurso e a forte amizade que os une contribuirá para explicar o desfecho desta história.

Ambos são chamados para investigar o homicídio da ambiciosa aspirante a actriz Betty Ann Short (Mia Kirshner) também conhecida como “Dália Negra” – uma morte tão macabra que as imagens não foram reveladas publicamente.

À medida que a crescente preocupação de Blanchard com o sensacional assassinato ameaça o seu relacionamento com Kay (Scarlett Johansson), o seu parceiro Bleichert vê-se atraído pela enigmática Madeleine Linscott (Hilary Swank), a filha de um dos mais influentes famílias da cidade – que tem uma ligação duvidosa à vítima do homicídio.

Uma história de corrupção, ambição e de um triângulo amoroso que deixa antever um desfecho trágico...

sexta-feira, outubro 06, 2006

Na época vitoriana, quando a Nova Zelândia estava há pouco tempo sendo colonizada, para lá se muda Ada McGrath (Holly Hunter), uma mulher que quando tinha seis anos de idade resolveu parar de falar. Ela vai na companhia de sua filha, Flora (Anna Paquin), para se casar com um fazendeiro com Stewart (Sam Neill) num casamento arranjado, já que ela nem conhecia seu noivo. Ada imediatamente antipatiza com Stewart quando ele se recusa a transportar seu amado piano.

Stewart negocia o instrumento e o passa para George Baines (Harvey Keitel), um rude vizinho analfabeto e administrador da região. Atraído por Ada, Baines concorda em devolver o piano em troca de algumas lições no instrumento, que Ada daria para ele.

Tais aulas, rapidamente se transformam em encontros sexuais cada vez mais intensos, nos quais Baines pagava Ada com uma ou mais teclas do piano, sendo que o pagamento estava relacionado à intensidade de intimidade proporcionada.

Porém, logo esta situação acaba por sair do controle, gerando trágicas consequências para Ada, que alvo de um ataque de ciúmes de Stewart, vê um dedo decepado e o seu piano estragado.

Ada e Stewart acabam por sair daquele país, levando consigo o piano. No regresso, Ada ordena que o piano seja atirado ao mar, prescindo do seu preciso instrumento, acaba por reiniciar a sua vida ao lado do seu grande amor, como se uma parte de si ficasse para sempre no fundo do mar.

domingo, outubro 01, 2006

O regresso de Rocky

No espaço do antigo Condes, um dos bares mais famosos do mundo onde se pode jantar, beber um copo ou simplesmente visitar a famosa Memorabilia que, em Lisboa, reúne mais de 30 peças.O Hard Rock Café chega a Lisboa e vai ocupar o espaço do antigo cinema Condes, fechado desde 1996. Depois de muitos projectos, croquis, esboços, plantas e alçados, o edifício do antigo Condes é assim finalmente devolvido à Praça dos Restauradores, com dois pisos e uma capacidade para 220 pessoas sentadas e 450 em pé. A traça original foi mantida e restaurada, mas o interior foi alvo de uma importante intervenção. Contudo, ainda subsistem memórias daquilo que foi a função do edifício durante cinco décadas: pormenores como cortinas pretas de cobertura de telas cinematográficas recriam o ambiente de sala de cinema, por exemplo. Na decoração interior também foi aproveitada a tradição portuguesa de pintura de azulejo, para representar cinco lendas do mundo rock: John Lennon, Madonna, Tina Turner, Elvis Presley e Jimmy Hendrix. Outro motivo para ir ao Hard Rock Café Lisboa é a Memorabilia, valiosa colecção de mais de 30 peças entre as quais se destacam umas calças de David Bowie, uma guitarra eléctrica dos Rolling Stones e o Cadillac cor-de-rosa descapotável de 1959 que pertencia a Al Unser Snr, antigo campeão de Indycar.
O Hard Rock Café, fundado em 1971, em Londres, por Peter Morton e Isaac Tigrett, iniciou a sua internacionalização em 1982.

quarta-feira, setembro 27, 2006

Algo vai mal no reino da Dinamarca

Lamentavelmente, terei de esperar mais 2 meses pelo meu exemplar...É caso para dizer, faltam 60, 59, 58, 57, 56, etc. dias. Não havia necessidade!

domingo, setembro 24, 2006

O Outono está aí...

Mudança de estação, mudança da folha, mudança de vida. Como as folhas que murcham antes de cair, é altura de fazer um balanço do final do Verão e retomar o trabalho, novos projectos, novas responsabilidades.

Já basta de praia. Chegou aquele fresquinho das noites ventosas. Alguma chuva perturba o trânsito, mas já fazia falta!

sexta-feira, setembro 22, 2006

A decoração é um misto do moderno com old fashion. Cada mesa tem o seu extractor de fumos, um conceito inovador para os espaços dedicados a este tipo de especialidade.

Adorei a experiência, as sobremesas e a companhia da Ana e da Inês.

domingo, setembro 17, 2006

Super Thurman

Quando Matt Saunders conhece Jenny Johnson, julga ter encontrado a mulher perfeita. No entanto, ele decide terminar o relacionamento quando ela se torna muito exigente, controladora e ciumenta. Jenny não aceita bem a decisão de Saunders e decide vingar-se dele com os seus super-poderes, uma vez que Jenny é também uma super-heroína de nome G-Girl. Entretanto, Matt e a sua colega de trabalho, Hannah envolvem-se romanticamente, o que deixa Jenny furiosa.

Ele partiu-lhe o coração, mas ela vingou-se, partindo-lhe tudo o que podia...

Uma comédia de amores desencontrados que marca o regresso de Uma Thurman ao grande écran.

Um grande filme num final de tarde deste Verão que aos poucos finda. Só é lamantável que o Alvaláxia insista em não fazer o desconto de estudante...De facto nunca gostei daquela sala. Além do mais existe sempre o Monumental, bastante mais acolhedor!

sábado, setembro 09, 2006

Um outro filme de mulheres

Três gerações de mulheres sobrevivem ao vento quente, ao fogo, à loucura, à superstição e até mesmo à morte, graças à bondade, mentiras e uma vitalidade sem limites.

São elas Raimunda (Penélope Cruz), casada com um operário a viver do subsídio de desemprego e uma filha adolescente (Yohana Cobo); Sole (Lola Dueñas), a sua irmã, que ganha a vida como cabeleireira; e a mãe de ambas (Carmen Maura), alegadamente morta num incêndio, juntamente com o marido.

O "fantasma" de Carmen regressa à terra para ajudar primeiro a sua irmã (Chus Lampreave) e depois Sole. Embora seja com Raimunda que tenha em vida deixado assuntos pendentes, tal como fez com a vizinha da sua aldeia, Agustina.

domingo, setembro 03, 2006

O Sentinela

Tudo começa com uma quebra na segurança dos serviços secretos americanos.

O agente especial dos Serviços Secretos Pete Garrison está convencido que um neonazi se infiltrou na Casa Branca, com o objectivo de matar o presidente dos EUA. Depois da morte de um colega, Garrison inicia uma investigação, mas começa a ser ameaçado e chantageado por alguém que conhece o seu romance com a Primeira Dama. Considerado suspeito e afastado das suas funções, Garrison torna-se num fugitivo, mas não desiste de provar a sua inocência e salvar a vida do presidente.

domingo, agosto 20, 2006

Recordar Miami Vice


Sonny Crockett e Ricardo Tubbs são agentes infiltrados. Tubbs (Jamie Foxx) tem um estilo urbano e está sempre na moda. Vive com Trudy, uma analista de sistemas, enquanto trabalha como infiltrado numa missão de transporte de droga para o sul da Florida, a fim de identificar um grupo responsável por três homicídios.
Sonny Crockett (Colin Farrell) é carismático e um verdadeiro quebra corações. E quando começa a trabalhar infiltrado para um fornecedor do grupo do sul da Florida, envolve-se com Isabella (Gong Li), uma cubana de origens orientais, mulher de um traficante de armas e droga.
A intensidade deste caso vai levar Crockett e Tubbs até ao limite, em que a personagem que interpretam como infiltrados e a sua verdadeira identidade se começam a confundir. Isto torna-se especialmente notório para Crockett no seu romance com Isabella e para Tubbs quando a missão começa a colocar em risco as pessoas que ama.

sábado, agosto 19, 2006

Algumas horas bem passadas

domingo, agosto 13, 2006

As intermitências da morte, de José Saramago

"No dia seguinte ninguém morreu.". Este é ponto de partida para ampla divagação sobre a vida, a morte, o amor e o sentido, ou a falta dele, da nossa existência.

Além de reflexões existenciais, Saramago faz uma dura crítica a sociedade moderna (o país da obra é fictício) ao relatar as reações da Igreja, do Governo, do Clero, dos repórteres, dos filósofos, dos economistas, das funerárias, casas de pensão, hospitais, seguradoras, das famílias com um moribundo em casa, da máphia, etc.

No contexto da obra de José Saramago, trata-se de um livro diferente. É um texto belíssimo, num estilo inconfundível, cheio de imaginação e humor.

É brilhante a forma como, logo de início, o leitor é levado, com naturalidade, para o domínio do inverosímil, da fantasia pura. A morte é encarada como uma força viva e quase física. Desta ideia, Saramago parte um discurso cheio de peripécias fantasiosas mas sempre sem perderb a ligação com o real, com a vida. “As intermitências da morte” é, em parte, uma fábula – a morte assume características humanas, como uma entidade autónoma embora com todos os poderes que a confundem com um deus.

Tudo começa quando a morte decide fazer greve e os cidadãos deixam de morrer. Neste ponto é genial a forma como Saramago põe em confronto a alegria do povo com as preocupações do governo. Só desta forma se reconhece a importância da morte e a sua função prática. Sem a morte a vida do país torna-se um caos; a Igreja, que controla o poder político e determina as ideologias dominantes, desespera. Porque sem morte não há ressurreição e sem ressurreição não há religião. Levadas as coisas às últimas consequências, sem a morte a religião perderia todo o seu poder, porque sem a morte não há medo. É essencial para o poder político e para a Igreja que o medo perdure.

Mas a ausência da morte cria também problemas politico-sociais: “o que vamos fazer com os velhos?” – uma questão actual e polémica que Saramago introduz com mestria e a-propósito.
Outra ideia interessante neste livro é a impensável lista de prejudicados com a greve da morte: agencias funerárias, hospitais, companhias de seguros, médicos, advogados, jornalistas, etc etc. Até os filósofos dependiam da morte; sem ela toda a especulação se torna impossível porque sem a morte não se pode procurar o sentido da vida.

O povo, aos poucos vai sentindo o lado negro da greve da morte; afinal, multiplicam-se os problemas quando os entes queridos, mesmo em sofrimento, não morrem. Torna-se impossível suportar os moribundos. Os políticos e as máfias – numa amálgama inteligentemente criada por Saramago – definem estratégias concertadas para evitar escândalos, procurando manter “o rumo natural” das coisas, de forma discreta e politicamente correcta, perante a “moda” que entretanto se instalara: a de levar os moribundos a morrer do outro lado da fronteira. É uma incursão discreta de Saramago pelo tema da eutanásia. Aqui, fica bem clara uma crítica severa à forma como as estruturas políticas encaram os idosos – o matematismo mercantilista da Segurança Social, tema tão controverso como actual.

Ao longo de todo o livro, um traço curioso é o discreto e inteligente sentido de humor com que Saramago aborda estes temas tão dramáticos. A parte final do livro é genial e surpreendente. A morte assume um rosto humano, feminino e irresistível. Mas só a música é capaz de a vencer. A música e o amor.

sexta-feira, agosto 11, 2006


Greeting from NY

Whoa Nelly!