I Love the 80's B-Day Party
Restaurante Maritaca
Av. 24 de Julho, 68 F,
Lisboa.
domingo, setembro 25, 2011
domingo, setembro 18, 2011
Meia-noite em Paris
Um postal ilustrado de Paris acompanha o regresso do jazz.
Gil é um argumentista de Hollywood desiludido que procura escrever o grande romance da sua vida. A literatura é o desígnio e a cidade por onde tanto gigante da cultura universal passou é também o fantasma de Gil. É um tipo nostálgico, enfadado com o presente, chateado consigo próprio e à procura de algo mais.
À meia-noite em Paris, um Peugeut muito vintage apanha-o. E de repente ele está à conversa com o casal Fitzgerald (Scott e Zelda); Cole Porter a tocar ali ao lado. Numa outra esquina, encontramos Hemingway, T.S. Elliot, os surrealistas e Picasso.
Aqueles anos 20, aquele próspero pós-primeira Guerra Mundial, são a tal “era dourada”. Gil fascina-se: pode mostrar o seu livro a Gertrude Stein ao mesmo tempo que entra em contacto, qual alienígena curioso, com um dos períodos mais intensos e especiais da história da arte. Afinal de contas os anos 20 de Paris tinham artistas de todo o lado, a criarem durante o dia e a festejarem à noite. E Gil está mesmo ali. Durante o dia, o enfadonho presente. À meia-noite volta a sorrir, apaixona-se pelo passado, e de manhã volta ao presente e à sua noiva que não compreende aquele fascínio.
A lição não poderia ser mais simples: a vida nunca é simples, seja em que presente for. Eventualmente, Gil há-de encontrar o que precisa. Afinal de contas, seremos todos saudosistas de alguma época marcante? Resta-nos fazer esta viagem com ele.
Gil é um argumentista de Hollywood desiludido que procura escrever o grande romance da sua vida. A literatura é o desígnio e a cidade por onde tanto gigante da cultura universal passou é também o fantasma de Gil. É um tipo nostálgico, enfadado com o presente, chateado consigo próprio e à procura de algo mais.
À meia-noite em Paris, um Peugeut muito vintage apanha-o. E de repente ele está à conversa com o casal Fitzgerald (Scott e Zelda); Cole Porter a tocar ali ao lado. Numa outra esquina, encontramos Hemingway, T.S. Elliot, os surrealistas e Picasso.
Aqueles anos 20, aquele próspero pós-primeira Guerra Mundial, são a tal “era dourada”. Gil fascina-se: pode mostrar o seu livro a Gertrude Stein ao mesmo tempo que entra em contacto, qual alienígena curioso, com um dos períodos mais intensos e especiais da história da arte. Afinal de contas os anos 20 de Paris tinham artistas de todo o lado, a criarem durante o dia e a festejarem à noite. E Gil está mesmo ali. Durante o dia, o enfadonho presente. À meia-noite volta a sorrir, apaixona-se pelo passado, e de manhã volta ao presente e à sua noiva que não compreende aquele fascínio.
A lição não poderia ser mais simples: a vida nunca é simples, seja em que presente for. Eventualmente, Gil há-de encontrar o que precisa. Afinal de contas, seremos todos saudosistas de alguma época marcante? Resta-nos fazer esta viagem com ele.
domingo, setembro 11, 2011
sexta-feira, setembro 09, 2011
Subscrever:
Mensagens (Atom)